9 de Outubro de 2007

Neve - Orhan Pamuk

O anúncio de que o Prêmio Nobel deste ano iria para Orhan Pamuk não causou nenhuma surpresa: o recente processo movido contra o escritor turco pelo governo de seu país levantou sua cotação como um dos favoritos para o prêmio.

Pamuk foi acusado de denegrir a identidade turca ao lembrar, em uma entrevista, o genocídio de armênios praticado pela Turquia otomana durante a I Guerra Mundial. Desta vez, porém, o prêmio foi um duplo acerto. Pamuk é considerado pela crítica um excelente romancista e Neve, uma de suas obras-primas, chega ao mercado para o leitor saborear e conhecer o mais novo trabalho do escritor. E sua postura política é admirada por muitos. Pamuk é, sobretudo, defensor de um dos direitos humanos mais importantes para um escritor: a liberdade de expressão.

"Sou essencialmente um homem solitário, que escreve romances", Pamuk disse recentemente em uma entrevista ao jornal The New York Times.

Aos 54 anos – relativamente jovem para um Nobel –, Pamuk é autor de uma obra vigorosa, na qual se revelam os dilemas morais e culturais da Turquia moderna, com destaque para a divisão entre a influência ocidental e o tradicionalismo religioso muçulmano. Admirador de William Faulkner (Nobel de 1949), ele diz perseguir a mesma linha do autor americano: dramas regionais desenvolvidos em uma prosa modernista, experimental. O autor de Meu Nome É Vermelho esteve no ano passado no Brasil, na Festa Literária Internacional de Parati – mas ainda é pouco lido no país.

Fonte: Lojas Americanas.

6 de Outubro de 2007

Faça sua escolha

Eu não creio que todos que escolhem a estrada errada acabam morrendo; contudo o resgate deles consiste em serem conduzidos de volta a estrada certa. Só podemos corrigir uma soma voltando àquele ponto em que erramos, e não, simplesmente, seguindo em frente.

O mal pode ser desfeito, mas ele não pode se "desenvolver" para o bem. O tempo não o pode curar. O feitiço tem que ser desfeito aos poucos, "com murmúrios de poder separador"- caso contrário não dá resultado. Tudo continua sendo uma questão de "escolha". Se insistirmos em conservar o Inferno(ou mesmo a terra), não veremos o Céu; se aceitarmos o Céu, não nos será possível reter nem as menores e mais íntimas lembranças do Inferno.

Extraído do livro , Um ano com C.S.Lewis

Ser Bom

Nem mesmo o melhor de todos os cristãos age por suas próprias forças. Só o que ele faz é conservar ou proteger uma vida que ele jamais teria adquirido por seus próprios esforços. E isso tem conseqüências práticas. Enquanto a vida natural está no nosso corpo, é muito importante fazer reparos nele. Se ele sofre um corte, saberá se curar até certo ponto, de uma forma tal, que nenhum corpo morto saberia fazer. Um cristão, à semelhança disso, também não é uma pessoa que jamais erra, e sim, alguém capacitado a se arrepender, reerguer-se e começar de novo depois de cada queda.

A vida de Cristo está dentro dele, reparando-o o tempo todo, capacitando-o a repetir (até certo ponto) o tipo de morte voluntária que Cristo mesmo tomou sobre si.

Eis a razão por que o cristão se encontra em circunstâncias diferentes de outras pessoas que tentam ser boas. Elas acham que sendo boas podem agradar a Deus (Se é que existe algum); ou, se elas acham que não existe Deus algum, elas esperam ao menos merecer a aprovação das pessoas boas.

Mas o cristão atribui à vida de Cristo no seu interior toda boa obra que faz. Ele não tem a ilusão de que Deus irá nos amar porque somos bons, mas que Deus nos fará bons porque nos ama; da mesma forma que o telhado de uma estufa não atrai os raios do sol porque é brilhante, mas se torna brilhante porque o sol brilha nele.

Extraído do Livro – Cristianismo Puro e Simples de C.S.Lewis

Combustível Alterado

Deus nos criou : inventou-nos como um homem inventa uma máquina.

Um carro que tenha sido feito para ser movido a gasolina não funciona direito com outro tipo de combustível. E Deus projetou a máquina humana para funcionar á base dele mesmo.

Ele é o combustível do qual os nossos espíritos devem se alimentar. Não há nenhum outro. Eis por que não é bom pedir a Deus que nos faça felizes do nosso próprio jeito, sem nos preocuparmos com a religião. Deus não pode nos dar felicidade e paz fora de si mesmo simplesmente porque não existem desse modo. Não há nada parecido com isso.

Eis aqui a chave de toda história. Gasta-se uma energia enorme, civilizações inteiras são construídas, instituições excelentes são arquitetadas; mas toda vez acontece algo de errado. Algum defeito fatal sempre leva pessoas egoístas e cruéis ao topo e tudo cai novamente na miséria e ruína.

De fato,a máquina está trabalhando sob solavancos. Ela até parecia ter dado a partida com tudo certo e andado alguns quilômetros, mas depois quebrou. Estavam tentanto fazê-la funcionar com o combustível errado.

Foi precisamente isso que Satanás provocou em nós, seres humanos.

Extraído do livro - Cristianismo Puro e Simples( Mere Christianity)

Field Hand, recto, 1985 - Andrew Wyeth



Em "Field Hand, recto, 1985", um trabalhador do campo encosta-se a um tronco de uma árvore no cimo de um monte, fazendo uma pausa no trabalho. A sua prótese, com a forma de um gancho, é o bizarro ponto focal desta obra. A solidão da existência do trabalhador, a sua batalha com a natureza e a sua vontade de sobreviver são refletidas pelo símbolo forte do seu membro falso. Esta imagem altamente evocativa e sentimental, pintada com um realismo meticuloso, é típica da obra de Wyeth. Ao usar técnicas de pintura tradicionais, ele consegue uma intemporalidade que associa as severas condições do trabalho no campo durante a era pioneira à vida rural contemporânea americana. Pequenas figuras, muitas vezes com alguma forma de incapacidade física ou mental, colocadas em grandes paisagens áridas são comuns na obra deste autor. Uma criança isolada, Wyeth foi educado por professores particulares e estudou arte com o seu pai, Newell Convers Wyeth, um famoso ilustrador. Nas suas obras nostálgicas, ele celebra a vida simples, livre das repressões da era tecnológica. Andrew Wyeth nasceu em Chads Ford, PA (EUA) em 1914.

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Andrew Wyeth was born July 12, 1917 in Chadds Ford, Pennsylvania. He was the youngest of five children. Andrew was a sickly child and so his mother and father made the decision to pull him out of school after he contracted whooping cough. His parents home-schooled him in every subject including art education. Newell Convers Wyeth (Andrew's father) was a well known illustrator whose art was featured in many magazines, calendars, posters and murals. He even painted maps for the National Geographic Society! Andrew had a vivid memory and fantastic imagination that led to a great fascination for art. His father recognized an obvious raw talent that had to be nurtured. While his father was teaching him the basics of traditional academic drawing Andrew began painting watercolour studies of the rocky coast and the sea in Port Clyde Maine. He worked primarily in watercolours and egg tempera and often used shades of brown and grey. He held his first one-man show of watercolours painted around the family's summer home at Port Clyde, Maine in 1937. It was a great success that would lead to plenty more. He married at the age of twenty-two to a local girl named Betsey James and had two boys, Nicholas who became an art dealer, and James who became the third generation artist in his family. Interestingly, although James' father was the most popular artist in his family history, he was greatly inspired by his grandfather's illustrations. He was featured on the cover of American Artist as well as many other famous magazines such as the Saturday Evening Post that displayed his painting "The Hunter." His first solo museum exhibition was presented in 1951 at the Farnsworth Art Museum. Since then he has seen many more successes and is considered one of the most "collectable" living artist's of our time.

Fonte(http://oseculoprodigioso.blogspot.com/2007/02/wyeth-andrew-realismo-contemporneo.html)

Iman Maleki, gênio do realismo

Iman Maleki nasceu em 1976 em Teerã e sempre foi fascinado pela Arte de Pintar desde que era criança. Na idade de 15 anos começou aprender pintura pelas mãos de seu primeiro e único mestre - MORTEZA KATOUZIAN - no qual é o maior pintor realístico do Irã.


Em 1999 se graduou em Desenho Gráfico pela Universidade de Artes de Teerã. Desde 1998 participou de vários eventos e exposições. Casou-se no ano de 2000 e em 2001 fundou o Studio de Pinturas ARA e logo iniciou o ensinamento de pintura considerando os valores clássicos e tradicionais.

O pintor iraniano Iman Maleki, gênio do realismo, ganhou os prêmios William Bouguereau e o "Chairman´s Choice" no II Concurso Internacional de Art Renewal Center. Muitos o consideram o melhor pintor de arte realista do mundo e até os puristas renderam se a suas pinturas que podem ser facilmente confundidas com fotografias de máquinas de muitos megapixels.

Veja algumas obras:




















































































































Iman Maleki, o pintor realista e Kierkegaard, o filosofo existencialista.


"A contemplar as multidões á sua volta, a encher-se com ocupações humanas, a tentar compreender os rumos do mundo, esse desesperado esquece-se de si mesmo, esquece o seu nome divino, não ousa crer em si mesmo e acha demasiado ousado sê-lo e muito mais simples e seguro assemelher-se aos outros, ser uma imitação servil, um número, confundido no rebanho.

(...) Esse desespero, que facilita a vida ao invés de a entravar, não é, naturalmente, tomado como desespero. Essa é a opinião da sociedade, como se pode ver pela maioria dos provérbios, que nada mais são do que regras de prudência. Dessa maneira, o ditado que diz a palavra é de prata, o silêncio é de ouro. (...) Como se calar fosse uma coisa de nada! Quando é o maior dos perigos! " (Sören Kierkegaard)

KIERKEGAARD, Sören. O desespero humano. Trad. Alex Marins. São Paulo: Martin Claret, 2002

Iman Maleki, o pintor realista e Mário Quintana, o poeta modernista.



"Eu fui um menino por trás de uma vidraça - um menino de aquário. Via o mundo passar como numa tela cinematográfica, mas que repetia sempre as mesmas cenas, as mesmas personagens.Tudo tão chato que o desenrolar da rua acabava me parecendo apenas em preto e branco, como nos filmes daquele tempo. O colorido todo se refugiava, então, nas ilustrações dos meus livros de histórias, com seus reis hieráticos e belos como os das cartas de jogar. E suas filhas nas torres altas – inacessíveis princesas. Com seus cavalos – uns verdadeiros príncipes na elegância e na riqueza dos jaezes. Seus bravos pagens (eu queria ser um deles...) Porém, sobrevivi... E aqui, do lado de fora, neste mundo em que vivo, como tudo é diferente! Tudo, ó menino do aquário, é muito diferente do teu sonho... " Confessional (Mário Quintana)







Eu sou um homem fechado. / O mundo me tornou egoista e mau. / E a minha poesia é um vício triste, / Desesperado e solitário / Que eu faço tudo por abafar.
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Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada,
Com o teu passo leve, / Com esses teus cabelos...
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E o homem taciturno ficou imóvel, / sem compreender nada, numa alegria/ atônita...
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A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil / Aonde viessem pousar os passarinhos."

Canção do Amor Imprevisto (Mário Quintana)


23 de Setembro de 2007

Desconstruções

(Marta Medeiros com adaptação de Berkhof e MINISTRA)

Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso.

Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Mara, desconstruindo aquela jovem que dizia que me amava ou será que fui eu quem disse isto? Sinceramente, eu não sei, apenas sei que não sei o que é amar virtualmente.

Ou será que ninguém ama? E amor.......afinal, o que é isto? Palavra simples e tanto dita por todos......mas será que sabemos o seu real significado? Amar até a morte....affff, é forte esta palavra.

Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico, mas sim por um personagem criado por alguém, que, mais tarde a dura realidade te mostra que não existe e nunca existiu. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos.

Ninguém vai iniciar uma história ou uma conversa dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco, gosto de mandar, não gosto de ouvir, muito menos de me envolver com problemas de alguém, porque tenho meus próprios problemas. Não tenho paciência, nem pretendo(isso significa que nem ao menos vou tentar) te fazer sentir a melhor e mais feliz pessoa do mundo.

Nada disso, é a hora de fazer charme, “dengo”, afinal é uma conquista tem-se causar a melhor impressão possível. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente somos, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos.

Os desonestos do amor são aqueles que fabricam idéias e atitudes, planejam cada passo, cada ação direcionada a outra pessoa, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito, sem reação, imaginando que aquilo tudo é só uma fase, que vai passar, que é apenas um dia de cansaço, ou um problema no trabalho que resultou naquela pessoa que você está vendo na sua frente com face de quem você já conhece, mas com personalidade de quem você nunca conheceu.

Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo, para se desapaixonar. Isso é um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. E você percebe que o seu desejo de ser feliz foi simplesmente desconsiderado. Muitas pessoas passam a se odiar e não se perdoam por ter cometido tamanha “burrice”. E se pergunta, como pôde ser tão ingênua a ponto de não pensar na possibilidade daquela pessoa não existir?

Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação? E olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa, ou que ela queira tanto ser diferente que passa a pensar que é, mas que não é.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial, nunca foi e nem passou perto de ser a pessoa que você quer que esteja ao seu lado. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Realmente, você se apaixonar por alguém que você mais tarde descobre que não existe é "barra"! Não venho aqui para dizer que esta pessoa não tenha merecido o amor que ganhou, porem o alvo do sentimento era alguém que na verdade não existia, ou talvez sim, porem não teve força suficiente para falar mais alto na vida de quem o inventou.

A IMPORTÂNCIA DA RELIGIÃO, CIÊNCIA E FILOSOFIA

1 - RELIGIÃO:

- forma uma conduta moral, que representa sentimentos de justiça e fazer o bem

- estabelece limite entre o bem e o mal, gerando a paz de espírito (paz interior; consciência tranquila. O bem abre caminho)

- lições de fraternidade, compaixão, amor, perdão, persistência, fé.(isso não se aprende nas escolas)

- inibe os vícios, exalta as virtudes, afasta o egoísmo, transforma qualquer uma na perfeição humana.

- ensina a conquista do bem honesto, mediante a virtude, em face aos prazeres e confortos mudanos

- despertar a valorização da vida ética e moral sobre o afago dos prazeres sensuais (prazeres efêmeros são mesquinhos e danosos)

- despetar o real estado de felicidade (ser do bem, fazer o bem, ajudar o próximo e não se corromper e desfrutar da razão)

- a verdade liberta e fortalece; a mentira, aprisiona e enfraquece

- o modo de agir fala mais alto do que a oratória do pregador (ou seja, você é julgado pelo que faz e não o que fala)

- quem se aproxima da virtude já demonstra ter uma índole nobre. O esforço humano deve ser respeitado, mesmo que o resultado não se concretize

* Finalidade: A formação da humanidade por meio de 2 componentes: um, o CORPÓREO = alma (alimenta-se de matéria e serve para purificar o espírito); dois, o ESPIRITUAL = metafísica (mundo da idéias, fé, crença)


É impossível que uma alma penetrada e iluminada por um profundo sentido da onipresença, santidade e justiça de Deus, persista sem arrependimento em violar suas leis. Por isso, as saudáveis verdades do Evangelho, cujo conhecimento e prática, constituem a mais alta perfeição da natureza humana (Berkeley)

A fé é tudo. É a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver (Hebreus 11:1)

2 - CIÊNCIA:

- fortalece e liberta o homem

- a razão edifica a cultura

- possibilidade de crescimento social e material

* Finalidade: estuda a matéria e as leis que a rege.

Aqueles que se deliciam na descoberta e na contemplação das causas finais, têm aqui amplo objeto para empregar a sua curiosidade e espanto (David Hume)



3 - FILOSOFIA:

- ensina a agir (e não a falar).

- desperta o pensar, a auto-crítica e a reagir

- divide em 5 ramos:

LÓGICA: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínios inválidos

METAFÍSICA (ou Autologia): trata da realidade, do ser e do nada

EPISTEMOLOGIA (ou Teoria do Conhecimento): trata da crença, da justificação e do conhecimento

ÉTICA: trata do certo e do errado, do bem e do mal.

ESTÉTICA (ou Filosofia da Arte): trata do belo.

* Finalidade: analisa as contradições ou confirmações sobre a existência do mundo das idéias, do espírito e de Deus.

Aos instruídos, a virtude se torna amável, a ciência agradável, a companhia instrutiva e a solidão em entretenimento (David Hume)


Autor: não sei peguei esse texto na internet e esqueci de onde :) Achei legal

14 de Setembro de 2007

Caminhos da vida.


"Existem, durante a nossa vida, sempre dois caminhos a seguir: aquele que todo mundo segue, e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir.

O primeiro pode ser o mais seguro, o mais confiável, o menos crítico, o que você encontrará mais amigos... mas, você será apenas mais um a caminhar.

O segundo, com certeza vai ser mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas ... mas também, o mais criativo, o mais original possível.

Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a
ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter,
naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia".

(Ayrton Senna da Silva)

2 de Setembro de 2007

"O Mundo de Christina" (1948) por Andrew Wyeth


26 de Agosto de 2007

Seu Propósito


”Descobrir o propósito da sua vida fará com que você veja as coisas com uma perspectiva mais clara, e assim jamais veja o mundo da mesma maneira. Pelo contrário: você estará vendo sempre um novo mundo; um mundo onde você é uma parte singular na criação de Deus.” Gilbert Frank


Quero encorajá-lo no dia de hoje a se lembrar de algo que Deus - aquele que o criou de forma tão singular e perfeita - espera que você jamais esqueça: você tem dons e talentos que ninguém tem, ou pelo menos na mesma medida sua. Há coisas que lhe são peculiares, e que ninguém é capaz de imitá-lo. É fundamental que você compreenda essa preciosa realidade, e entenda qual é realmente seu propósito na vida.

Ao fazer isso, e compreender em toda a plenitude essa magnífica realidade, a sua vida certamente jamais será a mesma.

24 de Agosto de 2007

Deus pensa em nós

"Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais" (Isaías 29:11)

Todas as pessoas pensam em Deus, mesmo aquelas que afirmam não professar qualquer fé. Mas será que Deus pensa em nós, em você?

Seria lógico imaginar que Ele viesse a dedicar tempo a criaturas tão insignificantes diante do universo?

video

Para nossa felicidade, a Bíblia Sagrada nos assegura que Deus pensa em nós e, mais do que isso, que seus pensamentos são de bem e de paz e não de julgamento ou de repreensão pelas nossas falhas. Mais extraordinário, porém, é observar que embora Deus seja onipotente, e que suas determinações não dependem de ninguém ou de qualquer circunstância, o objetivo de seus cuidados não é nos oferecer coisas de natureza diversa de nossas necessidades pessoais.
Deus quer que atinjamos os objetivos que estão em nossa mente e coração. Sim, exatamente aquilo que você tem desejado há tanto tempo.